Tebet admite gravidade das contas públicas e cobra corte de gastos imediato
- Ananda Moura

- há 3 dias
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29/04/2026
O Brasil atingiu um ponto crítico nas contas públicas e não pode mais adiar medidas de contenção de despesas. A ex-ministra do Planejamento Simone Tebet afirmou que a situação fiscal do país se tornou urgente e exige ações imediatas. Em entrevista à revista Veja, ela resumiu o cenário com a expressão: "a água bateu no nariz".

Para a atual pré-candidata ao Senado, o equilíbrio fiscal deixou de ser uma opção e passou a ser uma necessidade. Tebet defende que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva priorize o controle do orçamento, preservando políticas sociais. Segundo ela, o Estado precisa corrigir distorções tanto na arrecadação quanto nas despesas.
Prioridade passa a ser conter gastos
De acordo com a ex-ministra, o próximo ciclo da administração federal deve concentrar esforços na redução de despesas. Ela afirmou que o período de expansão ou retomada de programas públicos chegou ao limite e que a consolidação fiscal se tornou condição essencial para manter o funcionamento das contas públicas.
Segundo matéria da Revista Oeste, Tebet também descartou a criação de novos impostos como solução para o déficit. Na avaliação dela, o governo precisa enfrentar o problema das renúncias fiscais consideradas excessivas.
Quando ainda ocupava o Ministério do Planejamento, a ex-ministra havia indicado que o desequilíbrio fiscal não era urgente e que poderia ser enfrentado apenas a partir de 2027.



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