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Rejeição entre evangélicos segue como obstáculo eleitoral para Lula, avaliam aliados

02/03/2026 Pesquisas divulgadas na semana passada indicam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém elevado nível de rejeição entre eleitores evangélicos, segmento considerado estratégico na disputa presidencial. O cenário preocupa aliados do Planalto, que avaliam haver pouco espaço para reversão desse quadro às vésperas das eleições de outubro.

Rejeição entre evangélicos segue como obstáculo eleitoral para Lula, avaliam aliados
Foto: Ricardo Stuckert

Os levantamentos apontam que Lula permanece estagnado ou em leve queda nesse público, enquanto seu principal adversário no momento, o pré-candidato Flávio Bolsonaro, apresenta avanço. O desempenho reforça a avaliação de que o eleitorado evangélico, de perfil mais conservador, tende a rejeitar pautas associadas à esquerda identitária e demonstra preferência por candidatos situados à direita ou ao centro.


Uma nova rodada da pesquisa Datafolha está prevista para divulgação na quinta-feira, dia 5. Apesar disso, auxiliares do presidente não esperam mudanças significativas nos números, segundo informações da coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo.


A avaliação interna no governo se tornou ainda mais negativa após o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, no Sambódromo do Rio de Janeiro. A apresentação incluiu uma ala interpretada como crítica à família tradicional conservadora, o que gerou reação desfavorável entre evangélicos e acabou sendo associado ao presidente, homenageado no enredo.


Integrantes do Palácio do Planalto e da cúpula do PT, incluindo o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, consideraram o episódio prejudicial à imagem de Lula. A leitura predominante é que o desfile pode ampliar o desgaste junto ao eleitorado evangélico, já resistente ao governo.


A dificuldade de aproximação com esse segmento não é recente. O problema já era evidente na eleição de 2022 e, segundo avaliações internas, pouco se alterou desde então. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística indicam que evangélicos representam cerca de 26,9% da população brasileira, mas possuem capacidade de mobilização política superior à proporção demográfica.


Ao longo do atual mandato, o governo tentou reduzir a resistência com iniciativas voltadas ao diálogo institucional, como encontros com lideranças evangélicas, a sanção do Dia Nacional do Gospel em cerimônia no Palácio do Planalto e a indicação do advogado evangélico Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal. Apesar dessas ações, a rejeição no segmento permanece elevada.


Aliados do presidente avaliam que o distanciamento do eleitorado evangélico seguirá como um dos principais desafios políticos do governo e tende a pesar no cálculo eleitoral para a disputa presidencial de 2026.


As informações foram divulgadas pelo jornal O Globo e por institutos de pesquisa eleitoral.

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Thiago Manzoni é cristão, conservador e atua como Deputado Distrital na Câmara Legislativa do Distrito Federal defendendo a família, a liberdade, o empreendedorismo e a redução de impostos.

 

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