Manzoni concede título de Cidadão Honorário de Brasília a Alexandre Magnani
- Ananda Moura

- 10 de abr.
- 3 min de leitura
A Câmara Legislativa do Distrito Federal realizou, o dia 9 de abril, uma sessão solene para a outorga do título de Cidadão Honorário de Brasília ao jornalista e colunista Alexandre Magnani Mota. A homenagem, proposta pelo Deputado Thiago Manzoni, reuniu familiares, amigos, autoridades e convidados no plenário da Casa.

Ao falar sobre o homenageado, o Deputado Thiago Manzoni contou que conheceu Alexandre no início do mandato e, desde então, percebeu marcas positivas deixadas por ele tanto na atividade profissional quanto na vida acadêmica. O parlamentar destacou a capacidade do jornalista de distinguir fato e opinião no exercício da profissão e disse considerar essa característica especialmente valiosa em um momento de transformação no jornalismo.
“O fato, a notícia, foi perdendo espaço para o que é apenas opinião, e na verdade o jornalismo é apenas noticiar fatos e deixar que as pessoas cheguem às suas próprias conclusões a partir daqueles fatos”.

Ainda no discurso, Manzoni recordou uma entrevista que fez com o homenageado em seu podcast "A Direita em Todas as Direções" e afirmou ter se surpreendido com a firmeza com que Alexandre respondeu a perguntas sobre suas convicções. Para o Deputado, coragem e caráter são traços que hoje fazem diferença.
“Hoje eu posso dizer que somos amigos e para mim é uma grande satisfação conceder, Alexandre, o título de cidadão honorário para você”, afirmou.

A primeira fala após a abertura foi a do secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Alexandre Patury, que acompanha o trabalho de Magnani pelas redes sociais e o definiu como alguém de família, de fé e com vontade de produzir. Para o secretário, o título apenas formaliza algo que já existia no plano concreto.
“Conceder o título de cidadão honorário de Brasília é simplesmente ratificar, é simplesmente formalizar algo que materialmente já existe”, declarou.

Em seguida, o pai do jornalista, Alexandre Mota, relembrou episódios da adolescência do filho para mostrar como o interesse pela política e pela comunicação surgiu cedo. Contou que, aos 14 anos, Alexandre tomou a iniciativa de marcar e fazer uma entrevista com o senador Magno Malta. Depois, também procurou o jornalista Alexandre Garcia, experiência que, segundo o pai, influenciou fortemente sua visão de jornalismo. Em tom emocionado, ele agradeceu a homenagem e resumiu o momento como uma honra para a família.

O Senador Eduardo Girão fez um pronunciamento de forte tom pessoal e espiritual. Disse ver em Alexandre um jovem obstinado, de caráter e movido por princípios. Também elogiou Thiago Manzoni, afirmando que o Deputado é uma inspiração e destacando a coragem com que ele exerce o mandato. Ao falar da família do homenageado, Girão disse que formar um filho íntegro na humanidade de hoje é algo que merece reconhecimento. Para ele, Alexandre veio ao mundo com uma missão de semear o bem.

Ao assumir a tribuna como mais novo cidadão honorário de Brasília, Alexandre Magnani disse que preferiu falar com o coração. Em um discurso breve, agradeceu aos pais, à namorada, ao Deputado Thiago Manzoni, ao senador Eduardo Girão, ao secretário Alexandre Patury, a professores, colegas, amigos da Câmara dos Deputados, do CEUB e da imprensa. Também afirmou que nunca imaginou que o jovem que chegou a Brasília dez anos antes pisaria na cidade um dia para receber esse título.

Magnani reservou palavras especiais para os pais, dizendo que se sente honrado de ser filho deles. Também elogiou Thiago Manzoni, a quem chamou de amigo desde o início da atual legislatura, e afirmou que o mandato do Deputado “ficou pequeno” para a Casa. Ao senador Eduardo Girão, agradeceu por ter feito questão de estar presente em uma data pessoalmente importante, em referência aos 15 anos de casamento do parlamentar. Já sobre Alexandre Patury, destacou a disponibilidade constante do secretário para atender entrevistas e abrir espaço ao diálogo.

Ao final, Thiago Manzoni disse que momentos como aquele funcionam como um “refrigério para a alma” em meio à rotina intensa do mandato. Citou a relação entre pais e filhos como base da formação moral e, ao falar diretamente ao homenageado, afirmou que a paixão de Magnani por Brasília, pela política e pelo parlamento já o tornavam, na prática, um cidadão da capital.



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