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Greve geral na Argentina paralisa o país, suspende voos com o Brasil e pressiona governo Milei

19/02/2026 A Argentina registrou paralisação ampla nesta quinta-feira, 19, após uma greve geral convocada pela Confederação Geral do Trabalho. O movimento ocorre no mesmo dia em que a Câmara dos Deputados iniciou a análise da reforma trabalhista enviada pelo governo de Javier Milei, ampliando a pressão política sobre o Executivo.

Greve geral na Argentina paralisa o país, suspende voos com o Brasil e pressiona governo Milei
Foto: Agustin Marcarian/Reuters

A mobilização provocou cancelamentos em larga escala no setor aéreo, com impacto direto nas rotas entre a Argentina e o Brasil. As companhias Latam, Gol e Aerolíneas Argentinas confirmaram a suspensão de voos internacionais e domésticos em aeroportos de Buenos Aires, Córdoba, Mendoza e Rosário.


Diante do cenário, o Ministério da Segurança adotou orientações específicas para a cobertura jornalística. O governo indicou que profissionais da imprensa evitem permanecer entre manifestantes e forças policiais e recomendou a utilização de áreas delimitadas em vias laterais ao Congresso. A medida foi justificada pelo risco de confrontos, após protestos recentes terminarem com episódios de violência e dezenas de detenções.


A paralisação ocorre em meio ao debate de uma proposta considerada a mais profunda mudança na legislação trabalhista argentina desde a década de 1970. O texto defendido por Milei prevê maior flexibilidade nos contratos, ampliação do período de experiência para até seis meses e redução de custos relacionados a demissões. Para facilitar a tramitação na Câmara, após aprovação no Senado, o governo retirou pontos que geraram maior resistência, como a possibilidade de pagamento de salários em moeda estrangeira ou por meio de carteiras digitais.


A reforma também altera o papel dos sindicatos ao classificar áreas como saúde, transporte e segurança como serviços essenciais, exigindo a manutenção de parte significativa do atendimento durante greves, entre 50% e 75%. Outro eixo da proposta é o enfrentamento da informalidade, que atinge cerca de 40% da força de trabalho no país. O projeto elimina multas pela falta de registro e cria mecanismos de regularização, além de enquadrar trabalhadores de plataformas digitais como autônomos, com acesso a seguro de proteção.

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Thiago Manzoni é cristão, conservador e atua como Deputado Distrital na Câmara Legislativa do Distrito Federal defendendo a família, a liberdade, o empreendedorismo e a redução de impostos.

 

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