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Governo Lula libera R$ 12 bi em emendas às vésperas da sabatina de Messias ao STF

Movimento ocorre enquanto Executivo busca apoio para aprovação do advogado-geral da União em comissão do Senado

Governo Lula libera R$ 12 bi em emendas às vésperas da sabatina de Messias ao STF
Foto: Marcelo Camargo

Às vésperas da sabatina de Jorge Messias, indicado ao Supremo Tribunal Federal pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governo federal destinou cerca de R$ 12 bilhões em emendas parlamentares. O movimento ocorre enquanto o Executivo busca apoio político para garantir a aprovação do nome do AGU na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.


O valor empenhado representa o compromisso do governo de reservar recursos para pagamento futuro das emendas. Do total, R$ 10,7 bilhões fazem parte dos R$ 17,3 bilhões obrigatórios a serem pagos até o fim do primeiro semestre, conforme previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026.


O cronograma aprovado estabelece que 65% das emendas individuais e de bancada sejam destinadas a fundos de saúde, assistência social e transferências especiais. São as chamadas "emendas Pix", que não possuem destinação específica previamente definida. No início de abril, os valores empenhados somavam R$ 389,8 milhões, menos de 2% do total previsto.


Segundo matéria da Revista Oeste, o governo já se comprometeu com mais de 50% do montante previsto para o semestre, intensificando o empenho de recursos em meio à articulação política para garantir votos favoráveis à indicação de Messias ao STF.


A sabatina está marcada para esta quarta-feira, 29, na CCJ do Senado. Messias precisa de pelo menos 14 votos na comissão e 41 votos no plenário para ter a indicação confirmada e assumir o cargo.


Atritos no Senado e disputa por indicação

A escolha de Messias gerou atritos entre o governo federal e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que defendia o nome do senador Rodrigo Pacheco para a vaga.

Após a indicação feita em novembro do ano passado, Alcolumbre chegou a anunciar a possibilidade de uma sabatina rápida, o que, segundo relatos, levou o Palácio do Planalto a adiar o envio formal do nome ao Senado.


Distribuição de recursos entre partidos e senadores

O Partido Liberal, maior bancada do Senado com 15 integrantes, foi a legenda que mais recebeu recursos empenhados, com R$ 479 milhões. O Movimento Democrático Brasileiro aparece em seguida, com R$ 372,7 milhões, enquanto o Partido Social Democrático recebeu R$ 366,2 milhões. O Partido dos Trabalhadores, partido do presidente Lula, registrou R$ 281,2 milhões em emendas empenhadas.

Entre os senadores, Eduardo Braga lidera os valores empenhados, com R$ 71,2 milhões, seguido por Romário, com R$ 68,7 milhões, e Jader Barbalho, com R$ 62,4 milhões.


Outros nomes, como Angelo Coronel, Carlos Portinho, Wellington Fagundes e Oriovisto Guimarães, também aparecem entre os parlamentares com maiores volumes de recursos empenhados.

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Thiago Manzoni é cristão, conservador e atua como Deputado Distrital na Câmara Legislativa do Distrito Federal defendendo a família, a liberdade, o empreendedorismo e a redução de impostos.

 

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dep.thiagomanzoni@cl.df.gov.br

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