top of page
  • Ananda Moura

"Esse movimento revolucionário terá dificuldade, pois não abrimos mão dos nossos princípios cristãos", disse Julia Zanatta

Na noite desta terça-feira (5), na Câmara Legislativa do Distrito Federal, o lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Vida Desde a Concepção contou com a participação da Deputada Federal Júlia Zanatta, que falou sobre a alegria de ser mãe e como movimentos desincentivam a maternidade. Em seu discurso, a deputada destacou a importância de resistir às iniciativas revolucionárias que afetam os costumes e valores da família.

"Esse movimento revolucionário terá dificuldade, pois não abrimos mão dos nossos princípios cristãos", disse Julia Zanatta
Foto: Jeremias Alves

Zanatta frisou que o atual cenário é reflexo de um movimento revolucionário em seu auge, que busca sequestrar as mentes desde a mais tenra idade, afetando direta e indiretamente a vida familiar e os valores culturais. Ela denunciou a tentativa de imposição de ideologias nas escolas.


“Toda honra aos professores que vão para a escola ensinar português e matemática. Mas meu repúdio aqui aos militantes travestidos de professores que diariamente tentam impor ideologias nefastas para os nossos filhos. Esse movimento ele mudou cultura, os costumes e adentrou nossas casas de uma maneira avassaladora. Se a gente conversar hoje com uma adolescente, ela vai dizer que aborto é direito reprodutivo”, exemplificou.

"Esse movimento revolucionário terá dificuldade, pois não abrimos mão dos nossos princípios cristãos", disse Julia Zanatta
Fala da Deputada Federal Julia Zanatta

A deputada alertou para a tendência mundial de liberação do aborto e apontou a agenda revolucionária e o feminismo, que prometem um falso empoderamento às mulheres, levando a angústia e depressão. Zanatta compartilhou sua experiência pessoal, destacando como a maternidade mudou sua vida para melhor e enfatizando a importância de servir ao próximo e testemunhar o milagre da vida.


“Desincentivam desde cedo as mulheres na questão da maternidade. Todos nós fomos afetadas por isso e certo momento da minha vida, eu considerei que ia ser difícil ser mãe. Que era um fardo. E a maternidade mudou a minha vida para melhor”, compartilhou.

Ao final de sua fala, Julia Zanatta ressaltou que o Brasil é um país onde a fé cristã é forte e destacou a resistência desse movimento revolucionário que tenta adentrar nas igrejas e acabar com essa fé.


“O Brasil é o país aonde mais se acredita em Deus. Esse movimento revolucionário terá dificuldade, porque nós não abrimos mão dos nossos princípios cristãos”, concluiu."



Commenti


bottom of page