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  • Ananda Moura

Eduarda Campopiano fala em defesa da vida desde a concepção

Na última terça-feira (5), o lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Vida Desde a Concepção contou com a participação remota da influenciadora e comentarista política, Eduarda Campopiano. Em sua fala, Campopiano contou que ela é uma sobrevivente de uma gravidez de alto risco. A sessão solene aconteceu na Câmara Legislativa por iniciativa do Deputado Thiago Manzoni.

Eduarda Campopiano fala em defesa da vida desde a concepção
Reprodução YouTube da TV Câmara Distrital

A comentarista disse que a vida começa na concepção, momento em que o embrião já possui todo o material genético necessário para o seu desenvolvimento. Ela criticou a ideia de que um embrião seja apenas um "amontoado de células".


"A esquerda gosta muito de falar de opressão. Pois é, o aborto é a pior delas. É o ser humano adulto que possui formas de se defender, matando o mais indefeso dos seres humanos", exemplificou.

Eduarda Campopiano fala em defesa da vida desde a concepção
Foto: Jeremias Alves

Eduarda contou que sobreviveu a uma gravidez de alto risco. Ela disse que a mãe dela decidiu seguir com a gravidez, mesmo com os médicos afirmando que ela nasceria com alguma deficiência. Ela indagou: "quantos bebês são abortados por causa desse terror psicológico feito com as mães"?


"Eu sou contra o aborto porque eu sobrevivi a um. Quando a minha mãe engravidou de mim, foi uma gravidez de altíssimo risco, que todos os médicos diziam que eu era incompatível com a vida, que eu nasceria com paralisia cerebral, com síndrome de down, ou com qualquer outra complicação e que a minha mãe jamais conseguiria seguir uma vida normal, pois estaria sempre amarrada a cuidar de uma pessoa sem autonomia", contou.

Ao finalizar a sua participação, Eduarda Campopiano expressou o seu apoio à frente parlamentar e destacou a importância do trabalho dos parlamentares na defesa da vida.


"Quero deixar bem claro que eu sou contra o aborto e que todos que têm a cara de pau de defender o assassinato de bebês no ventre das mães, só podem fazer isso, porque não foram abortados. E eu torço muito para o sucesso desta frente parlamentar", disse Eduarda.




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