Viaduto caído, mato alto e bilhões desviados: o legado da esquerda no DF e no Brasil
- Thiago Manzoni
- 23 de abr. de 2025
- 2 min de leitura
Quando um povo acredita que o Estado é o salvador, o resultado é sempre o mesmo: ruína, miséria e decepção. Nesta quarta-feira (23), comecei minha fala dizendo o quanto me preocupam certos discursos que escuto ali, quando as coisas são colocadas como se tudo na cidade dependesse do governo.

A ideia de que toda necessidade vira um direito e de que o Estado tem que garantir tudo cria uma falsa expectativa, pois o Estado não produz riqueza. O dinheiro vem do povo. Aliás, os governos e o Estado deveriam servir só para três coisas: garantir a vida, a liberdade e a propriedade privada.
Mas não! “Os governos têm que garantir tudo” — e aí a nossa população vive empobrecida pela alta carga tributária e pela inflação, que é gerada pela irresponsabilidade fiscal de governos gastadores que dizem que vão resolver os problemas da população — como é o padrão PT.
Após ouvir deputados da oposição criticarem o GDF e se queixarem das obras espalhadas para melhorar a infraestrutura da cidade, relembrei os resultados dos governos de esquerda no DF. Em um deles, o governador já não cortava nem a grama da cidade — era mato para todo lado. Em outro, o viaduto do Eixão simplesmente desabou e nem foi reconstruído. Se esses governos tivessem sido bons de verdade, não teriam sido retirados do poder pelo voto popular.
Por falar nisso, o Brasil do PT voltou — e a Polícia Federal volta à ação, não mais para falar de baleia ou cartão de vacina, mas para investigar bilhões de reais sendo tirados do bolso do trabalhador brasileiro, em mais um escândalo de corrupção. E, outra vez, o Lula vai a público dizer: “eu não sabia.” Seis bilhões de reais do bolso dos aposentados foram surrupiados.
Mas 2026 é logo ali. E a esquerda não volta para o poder no DF nem no Brasil, se Deus quiser — e com o apoio da população brasileira, que não aguenta mais.



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