top of page

Rafael Nogueira fala sobre conservadorismo em solenidade de iniciativa de Manzoni

Pesquisador da História do Império do Brasil fala sobre conservadorismo e a valorização das tradições


Na última quarta-feira (30), a Câmara Legislativa foi palco de um significativo evento: o lançamento da Frente Parlamentar em Defesa do Conservadorismo e das Liberdades Individuais, que contou com a participação do professor Rafael Nogueira. A iniciativa, promovida pelo Deputado Distrital Thiago Manzoni, proporcionou um profundo debate sobre o conservadorismo.

O presidente da Fundação Catarinense de Cultura, mestre Rafael Nogueira, iniciou a sua explanação dizendo o que não é conservadorismo, de algumas falsidades que são propagadas, acerca do conservador ser violento ou truculento. Pelo contrário, o conservador respeita a união de gerações e a família.


"O conservador respeita pai, avô, avó, bisavô, trisavô, tetravô; respeita gerações passadas e todas as lutas pelas quais elas padeceram e nas quais elas triunfaram. Então nós temos antepassados que sofreram muito, antepassados que foram escravizados, antepassados que não conquistaram um lugar no mundo. Nós temos que honrar todos eles. Nós chegamos aqui e temos que recordar daquilo que eles passaram", ilustrou.

Nogueira explicou que o conservador respeita a nação e a nacionalidade
Foto: Jeremias Alves

Nogueira explicou que o conservador respeita a nação, a nacionalidade, reconhece a importância das relações internacionais no mundo global de hoje.


"Eu faço estudos globais no doutorado e reconheço a dignidade da nacionalidade. Eu sou um indivíduo e reconheço a dignidade da família. Reconheço a dignidade das minhas amizades. Não é porque nós reconhecemos a importância da nacionalidade que todos os outros países são nossos inimigos. Os nossos outros países são sempre bem-vindos aqui e as relações podem ser sempre construtivas".

E o professor seguiu dizendo que o Brasil é importante, que está no coração do brasileiro e que é preciso resgatar os antepassados desse Brasil, que também muitos padeceram.


"Muitos sofreram e muitos triunfaram. E a gente precisa lembrar disso. E para gerações futuras, nós precisamos deixar um legado de projetos razoáveis, testados e inteligentes".

O conservador, em geral, luta para defender aquilo que ama, e o revolucionário costuma batalhar contra o que ele odeia.


"Atribuem ao conservador ódio, mas não é verdade. O conservador, em geral, quer defender aquilo que ele ama. Ele só sai de casa para lutar na vida pública porque entende que o que ele ama está sendo ameaçado", exemplificou Nogueira.




Comments


bottom of page