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Manzoni fala sobre subsídio habitacional, sistema de saúde e dependência do Estado

Na sessão ordinária da Câmara Legislativa desta terça-feira (21), o Deputado Thiago Manzoni falou do Programa Morar DF, que vai conceder R$ 15 mil às famílias com renda de até cinco salários mínimos para a compra de imóvel. O parlamentar abordou ainda a crise no sistema de saúde do Distrito Federal e a dependência da população em relação ao Estado.

Manzoni fala sobre subsídio habitacional, sistema de saúde e dependência do Estado
Foto: Jeremias Alves

Manzoni começou seu discurso agradecendo ao deputado Eduardo Pedrosa por sua colaboração ao acatar a sua sugestão de emenda ao Projeto de Lei 1092/2024, enviado pelo governo à Câmara Legislativa do DF (CLDF). O projeto cria o Programa Morar DF, e o subsídio de R$ 15 mil contemplaria apenas as novas famílias, e Thiago Manzoni pediu a inclusão também de pessoas que já estão no processo de aquisição de imóvel.


“E antes que nós subíssemos a emenda no sistema, o deputado Eduardo me autorizou a assinar a emenda junto com ele. Eu fico feliz de poder participar, porque essas famílias que já estão no processo seriam prejudicadas”, comemorou Manzoni.

O Deputado expressou solidariedade à família da menina Ana Júlia, de oito anos, que faleceu em 17 de abril à espera de atendimento na rede pública de saúde e às demais famílias que perderam entes queridos em situações semelhantes.


“A saúde é ruim no Brasil inteiro e o Distrito Federal vive hoje as mazelas que o Brasil vive. O problema talvez não esteja na gestão e talvez não esteja no modelo adotado. O problema, muito provavelmente, está na dependência do Estado. Eu lamento profundamente”.

Ele afirmou que o Estado não entrega nada sem antes retirar algo da população, criticando políticos que prometem soluções fáceis. Para Manzoni, a solução para os problemas do Brasil está no trabalho dos cidadãos, que saem de casa todos os dias para trabalhar e produzir riqueza.


“O político não produz dinheiro, riqueza nem emprego. Sempre que um político diz que vai garantir um direito, ou entregar alguma coisa, ele está mentindo. O problema é que, ao escravizar a população, nós impedimos que as pessoas tenham o suficiente para resolver os problemas da própria vida e essa mentalidade assola o Brasil”.

O deputado defendeu a necessidade de um choque de liberalismo no Brasil, criticando aqueles que culpam o capitalismo pelos problemas do país. Ele classificou o Brasil como um país socialista, especificamente na gestão da saúde.




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