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  • Ananda Moura

Grave é o brasileiro se matar de trabalhar para pagar impostos para mandar dinheiro para a Argentina

Indefensável é se aliar a Ortega, que na Nicarágua está matando e perseguindo cristãos


Na última quarta-feira (3), durante a sessão ordinária da Câmara Legislativa, o Deputado Distrital Thiago Manzoni (PL-DF) respondeu às provocações de deputados de esquerda sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro e o caso dos cartões de vacina. Na tribuna, Manzoni esclareceu falas equivocadas e frases ditas fora de contexto.

Foto: Jeremias Alves


Ao iniciar sua fala, Thiago Manzoni disse que os discursos dos deputados que o antecederam, em especial os do PT, chamaram a sua atenção.


"Essas adjetivações - grave, indefensável, criminosos e milicianos - por causa de um cartão de vacina. A Polícia Federal, que há pouco tempo investigava o Mensalão, o Petrolão, a Sanguessuga e outras coisas, agora investiga cartão de vacina".

O parlamentar exemplificou que o que é realmente grave e indefensável foi o primeiro grande escândalo que o PT trouxe para o Brasil: o Mensalão.


"Era o Lula pagando mesada para os deputados federais aprovarem matérias de interesse do governo na Câmara Federal. Foi a primeira grande vergonha. Mas o pai da mentira disse que não sabia de nada. Entregou a cabeça de José Dirceu, o braço direito de Lula, que assumiu a responsabilidade. Ele foi preso. Delúbio Soares foi preso, José Genoino foi preso. Todos acusados de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Formação de quadrilha sim, é grave, é indefensável", esclareceu Thiago Manzoni.

Manzoni seguiu pontuando outros casos de corrupção, como o Petrolão, esquema que lesou a Petrobrás em 5,6 bilhões de reais, só pela Odebrecht.


"Mas, em todos esses crimes, Lula dizia 'eu não sei' e uma sucessão de crimes culminou em sua prisão e condenação a 12 anos de cadeia. Ele foi considerado o mentor intelectual do maior esquema de corrupção de que o mundo ocidental tem notícia", afirmou o parlamentar, complementando que o presidente do Peru também foi preso por conta do mesmo esquema de corrupção.

Pior do que o passado é o que está por vir para o brasileiro.


"Grave é o presidente do Brasil dizer que ele vai fazer o que for possível e impossível para salvar a Argentina da tragédia comunista que assola aquele país, como a fome, a hiperinflação e a desvalorização da moeda. Isso significa que eu e você, população do Distrito Federal e do Brasil, vamos ter que nos matar de trabalhar para pagar impostos e mandar dinheiro para a Argentina. Isso é grave!", disse o distrital.

Outra situação grave é dizer que a Venezuela é uma democracia e não uma ditadura. É indefensável defender Ortega na Nicarágua, que está matando cristãos e perseguindo católicos e evangélicos por conta da religião.


"Isso é grave, isso é indefensável". No Brasil, parece que o crime sempre compensa. Aqueles que foram condenados por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro voltaram ao poder 20 anos depois. Os mesmos personagens retornaram ao poder, e isso parece um filme de terror do qual os brasileiros não conseguem se livrar".

O presidente Lula, atualmente no cargo, foi condenado a 12 anos de prisão.


“O processo foi anulado por uma questão formal, mas na primeira instância, na segunda instância e no Superior Tribunal de Justiça, ele havia sido condenado. O Supremo Tribunal Federal anulou a decisão devido a uma questão de competência do juízo da primeira instância. As condenações foram anuladas e, agora, todos os crimes que haviam sido identificados prescreveram. Isso é grave e indefensável”, disse Manzoni, e encerrou a sua fala desejando que a Polícia Federal investigue casos sérios de corrupção.


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