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General Gonçalves Dias foi retirado do relatório da CPI, e muitas pessoas foram punidas injustamente

Atualizado: 16 de nov. de 2024

Grande parte do trabalho realizado na Câmara Legislativa do DF durante a CPI que apurou os atos de 8 de janeiro revelou parte do que de fato aconteceu naquele dia. No meu discurso nesta quarta-feira (30), parabenizei deputados pelo trabalho, como o relator, deputado Hermeto, que teve a coragem de indiciar o general Gonçalves Dias.

A luta por justiça pelo 8 de janeiro
Foto: Jeremias Alves

Na CPI, verificou-se que o general Gonçalves Dias recebia informações da ABIN e não as repassava. Ele reteve, dolosamente, informações importantes para que o plano Escudo fosse corretamente planejado e acionado, evitando a quebradeira no Palácio do Planalto.


A Polícia Federal, ao elaborar o relatório final, apontou graves omissões na segurança do Palácio do Planalto. “Os investigadores confirmaram que o general Gonçalves Dias, então chefe do GSI, recebia informes desde o início de janeiro, do ex-diretor da ABIN, Saulo Moura, e retinha esses informes para si”, segundo o jornal Correio Braziliense.


À época, as razões para o indiciamento do general Gonçalves Dias eram essas mesmas que agora a Polícia Federal confirma. Infelizmente, por uma votação de quatro a três, ele foi retirado do relatório final da CPI.


Por outro lado, há muitas pessoas punidas injustamente em relação ao que aconteceu no dia 8 de janeiro. Durante toda a CPI, defendemos que as condutas fossem individualizadas e que cada um recebesse a pena conforme o que praticou. Entretanto, o que se vê hoje são penas maiores para quem depredou, com 15, 16, 17 anos de prisão, do que para quem comete crimes gravíssimos, como homicídio, latrocínio e estupro.


Contei este breve histórico para solicitar aos parlamentares federais que avancem com o projeto de lei que anistia os presos do dia 8 de janeiro. Essa é uma medida de justiça que se impõe para que o brasileiro veja as coisas serem colocadas em seu devido lugar. O brasileiro tem sede de justiça, e justiça, nesse caso, é a anistia para essas pessoas que estão presas.



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Thiago Manzoni é cristão, conservador e atua como Deputado Distrital na Câmara Legislativa do Distrito Federal defendendo a família, a liberdade, o empreendedorismo e a redução de impostos.

 

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