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Funcionários do BRB acusam Paulo Henrique Costa por assédio moral e relatam ambiente de pressão e constrangimento

30/04/2026

Servidores do Banco de Brasília denunciaram o ex-presidente da instituição, Paulo Henrique Costa, por suposta prática de assédio moral durante sua gestão. Os relatos descrevem constrangimentos frequentes em reuniões internas, cobranças consideradas excessivas e um ambiente marcado por medo e humilhação. As denúncias estão sendo analisadas por órgãos competentes.

Funcionários do BRB acusam Paulo Henrique Costa por assédio moral e relatam ambiente de pressão e constrangimento
Foto: Divulgação

Os casos vieram a público após reportagem divulgada pelo portal g1. Segundo os denunciantes, o ex-presidente costumava elevar o tom de voz em reuniões e determinava que os funcionários deixassem os celulares fora das salas durante encontros de trabalho.


Relatos apontam práticas de exposição e pressão por metas

Funcionários também relataram episódios de exposição pública de equipes que não atingiam metas estabelecidas. De acordo com os relatos, profissionais eram orientados a utilizar gravatas vermelhas como forma de sinalizar o não cumprimento dos objetivos. A medida fazia referência ao sistema interno de metas do banco.


Em um dos episódios mencionados, o então presidente teria arremessado o próprio celular contra a parede durante uma reunião, comportamento interpretado pelos servidores como demonstração de descontrole e pressão excessiva.


Os relatos indicam ainda impacto na saúde mental dos trabalhadores. Segundo os denunciantes, cerca de um terço do quadro funcional teria se afastado por motivos psicológicos durante o período da gestão. Muitos servidores afirmam não ter recorrido aos canais internos por receio de represálias e falta de confiança nos mecanismos de apuração.


Investigação envolve operações e suspeitas de irregularidades

Segundo a Revista Oeste, além das denúncias de assédio moral, Paulo Henrique Costa é investigado em apurações relacionadas à gestão do banco. De acordo com as investigações, ele teria supervisionado diretamente operações envolvendo a aquisição de carteiras de crédito do Banco Master, exigindo a conclusão de processos complexos em prazos considerados incompatíveis com os procedimentos técnicos.


O ex-presidente foi preso em abril durante a quarta fase da Operação Compliance Zero. Investigadores afirmam que ele teria recebido seis imóveis do empresário Daniel Vorcaro, avaliados em cerca de R$ 146 milhões, em troca de favorecimento em operações dentro do banco.


A defesa de Paulo Henrique Costa não se manifestou até o momento sobre as denúncias.

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Thiago Manzoni é cristão, conservador e atua como Deputado Distrital na Câmara Legislativa do Distrito Federal defendendo a família, a liberdade, o empreendedorismo e a redução de impostos.

 

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