Fraude no INSS: quem roubou é que deve devolver o dinheiro, não o pagador de impostos
- Thiago Manzoni
- 27 de ago. de 2025
- 2 min de leitura
A cada vez que subo à tribuna da Câmara Legislativa, sinto que é um exercício de autocontrole e paciência. Por outro lado, tenho clareza de que cumpro uma missão que vale a pena: desmentir as mentiras repetidas pela esquerda na tentativa de torná-las verdade. Nesta quarta-feira (27), rebati a narrativa de que a direita não quer pagar os aposentados (devolver o dinheiro descontado na fraude do INSS).

Isso não é verdade. O que não queremos é que o dinheiro do povo, o dinheiro de quem paga imposto, seja usado para cobrir o rombo causado por sindicatos e entidades associativas que roubaram os idosos. Quem deve devolver o dinheiro é quem roubou. Não existe “dinheiro público”: existe o dinheiro do trabalhador. Usar o dinheiro do pagador de impostos para cobrir esse roubo é um escárnio.
Também desmontei a narrativa de que o Brasil está em pleno emprego. Como falar em pleno emprego se há mais de 20 milhões de famílias vivendo de Bolsa Família? Estamos falando de mais de 60 milhões de pessoas. Isso não é pleno emprego, é dependência estatal.
Na sequência, lembrei que a esquerda tenta apagar o passado e reescrever a história. Falam em combater a impunidade, mas foram responsáveis pelo Mensalão, pelo Petrolão e agora pelo “Aposentão”.
Falei também sobre o absurdo das condenações relacionadas ao 8 de janeiro. Pessoas receberam até 17 anos de prisão por entrarem em prédios vazios (vale ressaltar que quem depredou deve responder). Mas transformar isso em “golpe de Estado” é uma das narrativas mais bizarras da história do Brasil.
O Brasil precisa de pacificação, que passa necessariamente pela anistia aos presos do 8 de janeiro e pela autocontenção do Poder Judiciário. Esse é o caminho para devolver ao país o que ele mais precisa: paz e justiça.



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