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  • Carla Lepesteur

Em entrevista, Manzoni afirma que pode pedir quebra de sigilo de mensagens de Gonçalves Dias

O Deputado Distrital Thiago Manzoni concedeu entrevista ao jornalista Silvio Navarro no programa "Oeste sem Filtro" e afirmou que seria interessante obter mensagens de WhatsApp do General Gonçalves Dias.



Thiago Manzoni concede entrevista a Silvio Navarro no programa Oeste sem Filtro


Durante a participação no programa "Oeste sem Filtro", da Revista Oeste, nessa quinta (22), o Deputado Distrital Thiago Manzoni respondeu perguntas do jornalista Silvio Navarro.


Navarro disse que às vezes fica a impressão de que essa CPI distrital pode ser mais efetiva do que a CPMI federal e questionou o que ainda há pela frente, o que está programado para as próximas fases da comissão.


Manzoni explicou que a CPI tem prazo definido até setembro deste ano e pode ser prorrogada, o que ele acredita que vai acontecer porque algumas pessoas que já foram ouvidas serão chamadas novamente para esclarecer conflitos e contradições.


O parlamentar lembrou que na reunião dessa quinta (22), dia da oitiva do General Gonçalves Dias, foi aprovado o requerimento de oitiva do Ministro da Justiça, Flávio Dino. Além disso, algumas quebras de sigilo foram autorizadas, mas Manzoni acredita que elas não trarão muitas informações já que são de pessoas que não necessariamente têm ligação com os fatos criminosos de 8 de janeiro.


"Eu penso que nós devemos apresentar requerimentos de quebra de sigilo bancário e de quebra de sigilo telemático de algumas pessoas. Hoje nós ouvimos tanto o General Gonçalves Dias falar do WhatsApp dele. Seria interessante que nós quebrássemos o sigilo para ver o que tem lá de mensagem".

Manzoni lembrou que as investigações do Supremo Tribunal Federal e da Polícia Federal têm muitas informações e que a CPI já pediu esses dados. No entanto, o Ministro Alexandre de Moraes informou que só vai fornecer as informações quando as investigações estiverem encerradas.


"Estamos no aguardo de receber essa documentação também porque certamente lá vai existir muita prova que nós vamos poder usar aqui para o nosso relatório".

Veja aqui a entrevista completa:



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