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CPI: Manzoni questiona omissão do GSI, transição de governo e aponta os verdadeiros terroristas

Deputado pontuou narrativas que são repetidas em comissão da CLDF

Na Câmara Legislativa do DF, a CPI que investiga os atos do dia 8 de janeiro ouviu, nesta segunda-feira (9), o major José Eduardo Natale de Paula Pereira, que era coordenador de segurança do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) à época. O Deputado Thiago Manzoni interrogou o major, mas antes, pontuou algumas narrativas relacionadas a terrorismo, transição e omissão.

Manzoni fala sobre terrorismo, transição e omissão
Foto: Jeremias Alves

O primeiro tema abordado foi em relação aos recentes ataques terroristas que Israel sofreu do grupo Hamas.

"Esse é um ato que se tornou corriqueiro: a direita tem que desmentir as narrativas da esquerda. O nosso presidente da CPI, Deputado Chico, chama os invasores e os criminosos que depredaram o patrimônio público no dia 8 de janeiro de terroristas. Terroristas, a gente passou esse final de semana inteiro vendo imagens de terroristas do Hamas estuprando mulheres e crianças. Esses assassinos covardes são chamados de combatentes e terrorista é a senhorinha que com a Bandeira do Brasil", esclareceu Manzoni.

Manzoni falou sobre a transição do governo Bolsonaro para o governo Lula
Foto: Jeremais Alves

Em seguida, Manzoni falou sobre a transição do governo Bolsonaro para o governo Lula, que já foi mencionada por depoentes anteriores como algo que ocorreu, embora algumas narrativas insistam que não aconteceu.

"O Deputado Fábio Félix, que me antecedeu, falou que não houve uma transição direito. Eu quero lembrar para o Brasil que no dia 12/12/2022, quando a sede da Polícia Federal foi atacada aqui em Brasília, o então futuro Ministro da Justiça, Flávio Dino, deu uma entrevista, como se ministro já fosse, ao lado do secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, e vem dizer que não teve transição. Antes da posse, saiu da boca dele e vem aqui dizer que não teve transição para imputar ao general Heleno a responsabilidade que recai sobre o general do Lula, o Gonçalves Dias."

Um dos questionamentos sem resposta é por que o efetivo de 200 homens não foi acionado para atuar no dia 8 de janeiro
Foto: Jeremias Alves

Um dos questionamentos sem resposta é por que o efetivo de 200 homens não foi acionado para atuar no dia 8 de janeiro.


"Nós gostaríamos de entender por que havia 200 homens da Força Nacional parados em frente ao Ministério da Justiça e eles não agiram. Quem deu a missão de não agir? E parece uma missão. Ficar parado, assistindo ao quebra-quebra. Nós gostaríamos muito de saber o que as câmeras do Ministério da Justiça revelariam, essa ninguém vazou", argumentou o deputado.

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