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Deputado Thiago Manzoni diz que a verdade deve prevalecer sobre os atos ocorridos em Brasília

“A população quer a verdade. Temos que buscar a verdade sobre o que aconteceu. Os crimes devem ser investigados, individualizados e os responsáveis devem ser punidos”, afirmou o Deputado Distrital, Thiago Manzoni, durante a segunda sessão legislativa extraordinária do ano de 2023, realizada pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), na tarde desta quarta-feira (18/01).

Na ocasião, foi lido o requerimento para abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar os fatos que ocorreram nos dias 12 dezembro de 2022 e 08 de janeiro de 2023, em Brasília (DF).


Thiago Manzoni frisou que a população do DF espera que a CPI não vire palanque eleitoral e que o governo do Distrito Federal deve assumir sua responsabilidade, mas os entes do governo federal também.


Apresentou matérias jornalísticas divulgadas pela mídia nos últimos dias, como os jornais Folha de São Paulo, Estado de São Paulo, Valor Econômico que dizem que a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) alertou aos órgãos governamentais de segurança sobre a chegada de caravanas ao Distrito Federal e também sobre o risco em relação à segurança da capital. Falou ainda sobre as matérias que citam a dispensa da Guarda Presidencial, feita pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), do Palácio do Planalto, horas antes aos atos ocorridos no dia 08 de janeiro.


E por fim, lembrou que o Ministro da Justiça, Flávio Dino disse, durante entrevista coletiva no dia 09 de janeiro, um dia após aos atos acorridos na Praça dos Três Poderes, que havia visto da sua janela do Ministério da Justiça, que o contingente policial não era o que havia sido combinado.

“Ora, se ele sabia, deveria ter tomado uma atitude para que isso não acontecesse”, afirmou Manzoni.

A CPI terá duração de 180 dias e será composta por 7 membros - que serão definidos nos próximos dias.


Veja abaixo o discurso na íntegra



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