O vício em jogos está destruindo as famílias
- Thiago Manzoni
- 26 de ago. de 2025
- 2 min de leitura

Nesta terça-feira (26), durante a reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Legislativa, tratei de um tema que, apesar das divergências políticas que costumam marcar os parlamentos, encontra um raro ponto de convergência: a defesa da família diante dos vícios que a têm destruído. O assunto em debate era o vício em apostas esportivas e jogos eletrônicos, que tem gerado grande preocupação social.
Vícios como drogas, pornografia e jogos têm levado famílias inteiras à ruína. Ao tolerar a destruição da família, estamos tolerando a destruição da própria sociedade. Essa pauta, que hoje debatemos na CCJ, já foi levada ao Congresso Nacional com os mesmos termos. Eu mesmo estive no Senado Federal, quando a senadora Damares Alves levou essa discussão, e presenciei a mobilização de igrejas evangélicas, católicas, entidades espíritas e organizações civis, todas clamando contra esse mal.
O vício adoece, escraviza e, como qualquer outro, corrói lares e vidas. Mas, hoje, na CCJ, fui além e destaquei que o problema não é apenas de legislação ou de discursos. A raiz está no enfraquecimento da instituição familiar.
Ao longo das últimas décadas, a família foi atacada intencionalmente para fragilizar a sociedade. Uma sociedade fraca é mais fácil de ser dominada por governantes. O resultado é um cenário quase caótico, no qual a ausência de valores abre espaço para as mazelas sociais que enfrentamos hoje.
Por isso, insisti que precisamos resgatar valores que parecem antiquados para alguns, mas que são essenciais. Valorizar o casamento, ensinar às crianças o dever de honrar os mais velhos, mostrar aos filhos que é dever moral respeitar seus pais, e lembrar aos meninos e jovens que proteger e respeitar as mulheres é imperativo moral. Sem esse retorno às bases, nenhuma lei ou discurso terá força para mudar a realidade.









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